Mário Avelar

Opinião

A Poesia de Louise Glück

Corria o já distante ano de 1985 quando, durante uma conversa na universidade do Minnesotta com um colega que aí lecionava literatura americana contemporânea, referi a poesia de Louise Glück [lê-se Glick]. Refira-se que foi com óbvio espanto que ele me ouviu falar da minha paixão por aquela autora: em Portugal sabia-se quem era Louise Glück?! E lá lhe expliquei que, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, havia um professor que dava pelo nome de Joaquim Manuel Magalhães que, não só estava atento ao que de mais inovador ia surgindo na poesia inglesa - que outrora divulgara na imprensa periódica - e na poesia americana.