José Ribeiro e Castro

José Ribeiro e Castro

Angola à frente da África do Sul

Hoje, há eleições em Angola. Cada eleição é um desafio para os que concorrem, uma oportunidade para os que triunfam, uma expectativa para os que observam, uma esperança para os cidadãos. Angola, apesar das decepções passadas, não é excepção. Estou certo de que, em toda a lusofonia, todos torcemos por que as eleições corram bem. Não sou excepção. Desejo muito que as eleições corram bem. Angola precisa, os angolanos merecem.

José Ribeiro e Castro

Requiem pelo século XXI

O arrastamento da guerra é inquietante. Augura o pior. Qualquer guerra em desenvolvimento contém o risco de explodir para o indizível. E a arrogância bélica do Kremlin põe a Europa e o mundo diante de enorme perigo. Não podemos diminuir a gravidade de invadir um vizinho, atacado e bombardeado com crueldade. Nem podemos ignorar as vezes em que insinuou a ameaça nuclear, por trás da qual julga proteger-se, e fez ameaças directas a Suécia e Finlândia, membros da União Europeia.

José Ribeiro e Castro

Recapitulando: aula prática sobre a geringonça

Depois de "geringonça" ser consagrada como nome da fórmula de governo desenhada no fim de 2015, é muito irritante o seu uso a torto e a direito para designar todo e qualquer tipo de coligação ou entendimento partidário de governo. Eleições na Suécia? Geringonça à vista. Eleições na Bélgica? Geringonça pela certa. Eleições na Holanda? Lá vem uma geringonça. Eleições na Madeira? Geringonça PSD/CDS. Eleições nos Açores? Geringonça para afastar PS. Eleições na Alemanha? Duas geringonças podem ser possíveis. Eleições em Portugal 2019? Geringonça reformulada.