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Rosália Amorim

Menos carga fiscal e mais competitividade, precisa-se!

As famílias primeiro, as empresas em último". Este não foi o slogan escolhido pelo governo, mas poderia ter sido, uma vez que ficaram para o fim os apoios do governo às empresas, com vista a enfrentar os efeitos da inflação. Colmatá-los totalmente será impossível e levaria ao desacerto completo das contas nacionais no fecho deste ano. Mas também é sabido que o Executivo pode ajustar melhor a sua política a uma economia de guerra.