Fernando Serrasqueiro

Sociedade

Grandes superfícies fechadas pela ASAE

A ASAE encerrou ontem 12 grandes superfícies comerciais por estarem abertas ao público depois das 13 horas, contrariando a lei para um dia feriado, e aplicou-lhes coimas que podem chegar até aos 25 mil euros. Segundo a Lusa, as lojas em causa são dois Intermarchés (Reguengos de Monsaraz e Montemor-o-Novo), quatro Makro (Palmela, Coimbra, Maia e Guia), a Moviflor de Santarém, quatro Recheios (Coimbra, Aveiro, Faro e Ferreira) e o E.LeClerc da Figueira da Foz.

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Bom Sucesso faz CDU apontar o dedo a Rio

No dia em que as peixeiras do Bom Sucesso se transferiram para o piso superior do mercado, podendo reiniciar a sua actividade, a CDU responsabilizou o executivo da câmara do Porto pela situação que conduziu ao encerramento da secção de pescado devido à falta de condições sanitárias. Apesar de considerar que o comportamento da ASAE não foi irrepreensível - até por ter demorado cerca de um mês entre a vistoria ao local e a notificação para a suspensão de actividade -, para a CDU a "questão essencial é que a responsabilidade pelo encerramento do sector do peixe pertence, em primeiro lugar, à câmara, ao seu presidente Rui Rio e à maioria PSD/CDS". Desde ontem que as duas dezenas de peixeiras estão a trabalhar no sector das frutas e legumes no primeiro piso do mercado.

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ASAE encerra três postos de combustível

A maioria dos vendedores de gás reflectiu a descida do IVA nos preços de venda de gás, mas quase uma centena não o fez, diz a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), que analisou 250 operadores. Além do levantamento de preços, a ASAE procedeu ainda a acções de fiscalização tendo encerrado três postos de combustível, dos quais dois por falta de licenciamento. Foram ainda instaurados 29 processos de contra-ordenação. As principais infracções detectadas foram a falta de fixação dos preços, e falta de licenciamento do parque de gás. De acordo com a legislação em vigor, o preço do gás é livre, mas faz parte do regime de preços vigiados, estando as empresas obrigadas ao envio das alterações dos preços e das margens de comercialização praticadas, sempre que tenham lugar, bem como a data da sua entrada em vigor.

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O pão que a crise amassou

ASAE e crise. São estas as palavras-chave que saltam ao ouvido quando se dá voz aos protagonistas do sector do pão, sejam os que o produzem ou o consomem. Porque se come cada vez menos, porque qualquer pastelaria, hipermercado ou até produtor ilegal fabrica pão. Porque aumentou o preço dos cereais e dos combustíveis. E porque a lei, que já trazia grandes exigências a nível de higiene e segurança, agora tem um 'braço armado' para se fazer cumprir: a ASAE , a autoridade que já encerrou mais de uma centena de padarias e trouxe para o domínio público aquilo que o consumidor não queria ver.