DN 156 anos

Entrevista a cientista do IMM

"Vacinas baseadas em RNA dão resposta rápida para pandemias futuras"

Dez meses depois de o SARS Cov2 ter chegado a Portugal e doze meses após circular na China, a ciência descobriu o que há tanto se desejava: uma vacina. E antes de o ano fechar, a União Europeia conseguiu iniciar a vacinação. Mas há incertezas e ses por esclarecer. O médico e investigador do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, falou com o DN sobre os ses das vacinas, as conquistas e desafios para 2021.

Opinião

Principais variáveis da recuperação global

À medida que nos aproximamos do ano novo, algo fica muito claro: a covid-19 não vai simplesmente desaparecer, como o derrotado presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, repetidamente sugeriu que aconteceria. Embora tenha havido uma substancial recuperação económica desde as profundezas dos confinamentos iniciais na primavera passada, as perdas para o PIB e o emprego em todo o mundo são suficientes para tornar esta a segunda ou a terceira pior recessão dos últimos cem anos. E isso é verdade mesmo quando parece cada vez mais claro que uma vacina eficaz está para acontecer.

Mário Centeno

A evolução das políticas em 2021

Em resposta à pandemia, todos os decisores, em todas as áreas e jurisdições, foram céleres, inovadores e coordenados. A crise surgiu com uma natureza temporária e simétrica, afetou todos os setores de forma dramática, mas evoluiu de acordo com as regras do confinamento e tornou-se muito assimétrica. Assim, as medidas adotadas devem, em 2021, ser adaptadas à evolução da crise e devem servir para preparar a recuperação.

Rosália Amorim

2021: esperança renovada com a vacina – e o seu DN

O Diário de Notícias nasceu numa fase histórica desafiante, de reinvenção do país, após várias décadas de grandes convulsões, desde as invasões napoleónicas, a revolução liberal, a guerra civil de liberais e miguelistas, à pobreza do país e à necessidade reformista, entre bancarrotas, revoltas populares (como a da Maria da Fonte) e a prosperidade do fontismo, que se inicia quatro anos depois da data da fundação do Diário de Notícias. 1864 é o ano em que tudo começa, numa data improvável, entre o Natal e o Ano Novo: 29 de dezembro.