divórcio

Comportamento

O amor não escolhe idades (ou será que sim?)

Podem ser dez anos de diferença entre o casal. Ou 20. Ou muitos mais - diz quem sabe que não tem a mínima importância gostar de alguém que seja mais velho ou mais novo do que nós. A única coisa que importa é o amor. Texto de Ana Pago | Fotografias da Shutterstock João Costa, 53 anos, e Filipa Silva, de 36, cresceram a ouvir dizer que o amor não tem idade (quem a tem somos nós), chega sempre na hora certa (seja ela qual for) e anos são apenas números quando se ama alguém (tal como a altura ou [...]

Opinião

Avaliação da parentalidade: não existem bolas de cristal

«É o pai/mãe competente para exercer a parentalidade?» «Que tipo de vínculos afectivos estabeleceu o pai/mãe com a criança?» «Existe algum indicador de que o pai/mãe possa não satisfazer todas as necessidades da criança.» «Observa-se algum comportamento maltratante ou negligente por parte deste pai/mãe?» Estas e outras questões são colocadas pelo sistema judicial em processos de promoção e protecção, processos de regulação do exercício das responsabilidades parentais ou mesmo em processos de inquérito. Processos judiciais cujas decisões dependem, entre outros factores, da resposta do psicólogo a estas mesmas questões. Uma resposta que exige protocolos de avaliação rigorosos, orientados por guidelines [...]

Opinião

Explicar o divórcio às crianças não tem de ser um bicho de sete cabeças

«Apaixonaram-se, casaram e... viveram felizes para sempre». Estes finais de histórias infantis, inspirados na vida real (raramente...), nada têm de actual nos dias de hoje. As pessoas continuam a apaixonar-se, é certo, muitos ainda casam ou vivem em união de facto e muitos, ainda (quero crer), sentem que vivem mesmo felizes. Outros não. Não se apaixonam, embora possam viver juntos ou casar, tantas vezes motivados por outras razões. Porque se engravidou de forma inesperada. Porque a pressão social dita as regras de uma forma ainda rígida. Porque é suposto ser assim. Noutros casos apaixonam-se e surge o amor... que depois [...]