divórcio

Opinião

Avaliação da parentalidade: não existem bolas de cristal

«É o pai/mãe competente para exercer a parentalidade?» «Que tipo de vínculos afectivos estabeleceu o pai/mãe com a criança?» «Existe algum indicador de que o pai/mãe possa não satisfazer todas as necessidades da criança.» «Observa-se algum comportamento maltratante ou negligente por parte deste pai/mãe?» Estas e outras questões são colocadas pelo sistema judicial em processos de promoção e protecção, processos de regulação do exercício das responsabilidades parentais ou mesmo em processos de inquérito. Processos judiciais cujas decisões dependem, entre outros factores, da resposta do psicólogo a estas mesmas questões. Uma resposta que exige protocolos de avaliação rigorosos, orientados por guidelines [...]