Dança

bem-estar

Seis modalidades para fugir do ginásio (e manter-se em forma)

Quer perder peso, fazer exercício e/ou libertar-se do stress acumulado sem ter que ir ao ginásio? Reunimos cinco práticas desportivas que nada têm a ver com passadeiras, aparelhos de musculação ou tapetes de yoga. Texto de Alexandra Pedro | Fotografia ShutterStock Trekking: alia a atividade física com a natureza Privilegiando o contacto com a natureza, o trekking é uma modalidade que procura percorrer trilhos naturais, fazendo caminhadas em grupo. Em Portugal existem vários grupos que organizam este tipo de atividades. Dia 26 deste mês pode juntar-se ao grupo Trilhos Nocturnos e fazer um percurso de oito horas na serra da [...]

entrevista de verão

Rui Horta: "Não faz sentido transformarmo-nos numa potência petrolífera em pleno século XXI"

Passou de bailarino a coreógrafo muito jovem, e aos 60 anos estreou A Vespa, um solo em que se expõe totalmente. Nasceu em Lisboa em 1957 e começou a dançar aos 17 nos cursos do Ballet Gulbenkian de Jorge Salavisa. Aos 20 criou o Grupo Experimental Dança Jazz, foi para Nova Iorque, voltou, fundou a Companhia de Dança de Lisboa, uma escola, um coletivo. Em 1990 foi convidado para trabalhar em Frankfurt e quando voltou, dez anos mais tarde, instalou-se com os três filhos em Montemor-o-Novo, onde criou O Espaço do Tempo, no Convento da Saudação. Uma constante aventura de criação, sobrevivência, trabalho, trabalho, comunidade. Criou muitas coreografias, para "os melhores entre os melhores bailarinos". A Vespa é o contraponto de uma vida em que os outros são constantes, indispensáveis. Deem-lhe um microfone e desata a falar sobre a perfuração de petróleo na costa algarvia. Foi o que fez há poucos dias, quando recebeu o Prémio Gulbenkian de Conhecimento, diante do poder político. Onde é que ele é feliz? A dançar, também.