crimes de ódio

Opinião

Não há lados no discurso do ódio

Diz Mamadou Ba que é inconcebível em democracia dar honras de Estado a um "criminoso de guerra". É como se refere a Marcelino da Mata, nascido na então portuguesa Guiné e que lutou pelo lado português na Guerra Colonial. Não propriamente pelos atos cometidos em batalha, mas pelo facto de Marcelino ter lutado do lado que Ba considera o errado. Guardaria semelhante discurso para quem tivesse combatido com as mesmas armas do outro lado da barricada?