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Monja Coen: «Buda, se fosse vivo, estaria nas redes sociais»

Tem 71 anos e uma gargalhada sonora. Toda ela é energia positiva, alguma impaciência, que ainda não conseguiu domar, e tranquila sabedoria. Nasceu Cláudia Dias Baptista de Souza, em São Paulo, numa família católica com ascendentes portugueses, estudou em colégio de freiras, casou com 14 anos, foi mãe aos 17, divorciou-se, fez-se jornalista, rebelou-se, viveu os anos de chumbo da ditadura brasileira. Assentou, foi funcionária do Banco do Brasil em Los Angeles e pelo caminho encontrou o budismo e a meditação, que a levaram ao Japão, já ordenada Monja Coen [círculo perfeito].