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Declaração provoca cepticismo generalizado

? "Insuficiente" e "ambíguo". Foi assim que o responsável da pasta do Interior do Governo autónomo basco classificou o texto da ETA. Rodolfo Ares justificou o seu cepticismo com o facto de o documento não conter uma renúncia definitiva ao terrorismo. Embora reconheça que a declaração não deixa de ser positiva. A mesma prudência e cepticismo foram manifestados por elementos do Governo socialista de Rodríguez Zapatero e do principal partido da oposição, o PP. Da Irlanda do Norte veio uma voz optimista: Gerry Adams, líder do Sinn Fein, congratulou-se com a decisão da ETA e pediu a Madrid uma resposta positiva. Adams adiantou que o Governo espanhol deve agora apoiar "um processo de paz".