1864

música

Músicos elegem a obra preferida de Beethoven

Eleger uma obra favorita entre todas, e tão diversas, que Ludwig van Beethoven compôs ao longo da sua atribulada existência é tarefa difícil. Mas foi o que pedimos a vários músicos portugueses, que sublinham a intemporalidade deste homem nascido num mundo tão diferente do nosso. Quando se celebram os 250 anos do seu nascimento (foi batizado a 17 de dezembro de 1770), o DN republica este texto originalmente publicado a 13 de janeiro de 2020.

Entrevista a Alexandre Damasceno da Silva Poço, líder da JSD

"Há um Portugal sonhado por Sá Carneiro que ainda está por fazer"

O líder da JSD garante que Sá Carneiro continua a ser uma fonte de inspiração para os jovens portugueses e para uma geração marcada por crises sucessivas. O que impede o país de atingir o sonho do fundador do PSD de um país mais justo, com mais igualdade de oportunidades e onde cada um pudesse escolher o projeto de vida. Alexandre Poço acredita também que para o PSD voltar ao poder, mesmo com uma nova AD, terá por parceiros apenas os partidos de centro-direita moderados.

1864

Contra um Sá Carneiro pop. A biografia completa de uma vida incompleta

A biografia de Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro levou três décadas a ser escrita em definitivo, mesmo que entretanto algumas aproximações fossem feitas. Só em outubro de 2010 é que a primeira edição da obra (editora A Esfera dos Livros) desvendou o homem e o político em todos os pormenores, como o de ter sabido que a Revolução de Abril estava na rua durante o duche matinal.

Marcelo Rebelo de Sousa

Sá Carneiro "poderia vir a ser Presidente da República"

Em entrevista, Marcelo Rebelo de Sousa considera que se Sá Carneiro perdesse as eleições "iria combater para a Assembleia da República" e até "poderia vir a ser Presidente da República". Ressalva que "é impossível fazer a prova" mas "teria, sempre, um protagonismo determinante e duradouro na vida política portuguesa". Sá Carneiro morreu a 4 de dezembro de 1980.

1864

Suécia. Será que o país que fez diferente contra a covid-19 começa a arrepender-se?

A Suécia optou por não confinar, apostando numa eventual imunidade de grupo, e foi usada como exemplo por muitos, apesar dos trágicos números de mortes registados durante a primeira vaga. Agora, com os casos a subir como nunca, o país continua a apelar ao sentido de responsabilidade dos seus habitantes, mas já foi mais longe nas restrições do que na primavera.