Timorenses encontram-se no Santuário de Fátima

Perto de 300 pessoas vindas de Timor chegaram a Fátima

No meio do recinto do Santuário, Paula Godinho é a mais requisitada naquele grupo. Porque é ela quem fala português, ao contrário da maioria dos amigos com quem veio, a partir de Díli. São todos timorenses e empunham duas bandeiras que se avistam bem, a meio caminho entre a Capelinha das Aparições e a estátua dos pastorinhos.

Num dos estandartes amarraram uma pequena bandeira portuguesa, que dois jovens vão agitando, para se sinalizarem. "Somos perto de 300, a maior parte vem mesmo de Timor, mas combinámos encontrar-nos aqui, com outros que vêm de outros países", conta ao DN Paula Godinho, 42 anos, filha de uma timorense e de um português. É a segunda vez que vem a Fátima em peregrinação. "A primeira foi em 2003, e logo aí prometi voltar".

À volta de Paula juntam-se outras mulheres e jovens, que vão fotografando a nossa conversa. Vieram sobretudo "por se assinalarem os 100 anos. Não vamos ter outra oportunidade de viver um momento destes".

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