Internamentos sobem em dia com mais 40 134 casos e 22 mortes

Há 1699 pessoas internadas devido à covid-19, indica o boletim epidemiológico da DGS.

Foram confirmados, nas últimas 24 horas, 40 134 novos casos de covid-19 em Portugal, de acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS). Isto significa que este foi o segundo dia com mais casos no país, depois de esta quarta-feira se terem registado 40 945 casos.

Há a registar mais 22 mortes devido à doença, indica ainda o relatório desta quinta-feira (13 de janeiro).

Estão agora internadas 1699 doentes com o vírus SARS-CoV-2 (mais 64 do que na véspera), das quais 162 em unidades de cuidados intensivos (menos cinco).

O Lisboa e Vale do Tejo (LVT) e Norte são as regiões com mais casos, com 16 062 e 14 866, respetivamente, o que representa 77% do total de infeções do país. No que diz respeito a óbitos, 12 foram declarados em LVT, seis no Norte, três no Centro e um nos Açores.

No restante da contabilidade de novos casos, no Centro foram contabilizados 4232, na Madeira 1960, no Alentejo 1255 e, no Algarve 1219, enquanto a Madeira reportou 1 960 e os Açores 540.

Há neste momento 286 965 casos ativos, uma subida de 10 071, sendo que há 244 232 casos em vigilância.

Nas últimas 24 horas foram dadas como recuperadas da doença 30 041 pessoas.

Dados atualizados da pandemia em Portugal na véspera da reabertura, na sexta-feira à noite, de bares e discotecas, após novo encerramento de três semanas devido à covid-19.

Segundo a Resolução do Conselho de Ministros de 6 de janeiro, os bares e as discotecas que estão fechados desde 25 de dezembro têm autorização para abrir na sexta-feira a partir das 22:00. Estão em causa "bares, outros estabelecimentos de bebidas sem espetáculo e estabelecimentos com espaço de dança, ainda que esses estabelecimentos estejam inseridos em estabelecimentos turísticos", segundo o texto da resolução com as alterações mais recentes das "medidas aplicáveis no âmbito da pandemia da doença da covid-19".

Para entrar nestes espaços, os clientes têm de apresentar um teste negativo à covid-19, com exceção de quem "demonstrar ter sido vacinado há pelo menos 14 dias com uma dose de reforço" contra a doença ou de quem tiver um certificado de recuperação.

São válidos testes PCR feito há menos de 72 horas, rápido com menos de 48 horas ou autoteste feito à entrada.

Antes do atual encerramento, os bares e discotecas tinham reaberto em outubro pela primeira vez desde o início da pandemia em Portugal, após 19 meses parados.

Contactos de caso confirmado que tenham feito autoteste devem confirmar resultados

De acordo com a norma atualizada da DGS, os contactos de alto e baixo risco de casos confirmados de covid-19 que tenham feito autoteste devem confirmar o resultado com teste rápido de antigénio (TRAg) ou teste de amplificação de ácidos nucleicos (TAAN).

Este teste de confirmação, exigido seja qual for o resultado do autoteste, deve ser realizado preferencialmente no prazo de 24 horas.

Na norma sobre a estratégia nacional de testes para SARS-CoV-2, a DGS define também que nas pessoas sintomáticas com suspeita de infeção, independentemente do estado vacinal, devem realizar TRAg ou TAAN. As que fizerem autoteste e o resultado for negativo, devem confirmar com TRAg ou TAAN no prazo de 24 horas.

Já as pessoas sem reforço da vacina e que queiram visitar utentes internados em estabelecimentos de saúde, lares ou instituições de apoio e acolhimento a populações mais vulneráveis e estabelecimentos prisionais precisam de fazer teste. Se fizerem autoteste e o resultado for positivo, devem realizar TRAg ou TAAN de confirmação em 24 horas e serão estes os resultados que valem.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG