Manhã dedicada à esperança e à solidariedade

Santuário cheio, impossível circular mesmo quem tem livre-trânsito, o Papa preside à homilia, agradecendo a todos os presentes por o acompanhar nesta peregrinação. E, como várias vezes referiu ao longo desta semana, Maia personifica a imagem da esperança e da solidariedade.

Depois do encontro com o primeiro-ministro, Francisco dirige-se para a Basílica da Nossa do Rosário, onde prestará homenagem em frente ao túmulo dos três Pastorinhos. Momento, também, para se encontrar com o padre português mais velho, Joaquim da Cunha, de 104 anos. Será na missa que Jacinta, Francisco e Lúcia vão ser canonizadas.

Várias vezes tem reforçado o papel da Virgem Maria, que considera ser um símbolo da esperança e da luta pela paz.

Nas preces do Papa têm particular menção aos doentes e pessoas com deficiência, os desempregados, os pobres e os abandonados. Esta é uma razão acrescida para justificar a sua vinda a Portugal e que, num dia como hoje, sublinhará que não podia deixar de estar presente. Reserva uma saudação especial aos doentes, reforçando, mais uma vez a sua importância para a sociedade e que devem sentir-se como fazendo parte de pleno direito e não apenas recetores da solidariedade, nomeadamente no seio da igreja.

Depois da missa. Volta à Casa do Carmo, onde dormiu, e cumprimento os funcionários, agradecendo a estadia, para almoçar com os bispos. O patriarca de Lisboa e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa tem a palavra para agradecer a visita a Fátima. Para D. Manuel Clemente há uma identificação especial com este Papa, sobretudo pelo facto do seu pontificado coincidir com o da mãe misericórdia, o mesmo será dizer, o amor pelos outros. Uma mensagem sempre transmitida pelo Papa Francisco.

A partida da Base Aérea de Monte Real para Roma está prevista para as 15:00, aterrando três horas depois no aeroporto italiano de Ciampino.

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