Manifestantes das forças de segurança dirigem-se para a Assembleia da República

Manifestação iniciou-se no Marquês de Pombal e inclui elementos da PSP, GNR, SEF, ASAE, Polícia Marítima e guarda prisional

Uma parte dos manifestantes de forças de segurança que hoje estão concentrados junto do Ministério das Finanças, em Lisboa, começou a retirar-se do local cerca das 20:15 e a dirigir-se para a Assembleia da República.

Uma parte do forte dispositivo policial instalado na praça do Comércio, junto do Ministério das Finanças, bem como da Justiça e Administração interna, acompanhava os manifestantes no percurso até ao parlamento.

Na praça do Comércio permaneciam centenas de participantes na manifestação e também do dispositivo de segurança, que incluía membros do Corpo de Intervenção e veículos da Unidade Especial de Polícia.

Até àquela hora, os manifestantes ainda não tinham sido atendidos na exigência de serem recebidos pelo ministro das Finanças, a quem pretendem entregar uma carta reivindicativa de descongelamento das carreiras.

O protesto conta também com a participação de outros sindicatos da PSP e da GNR que não fazem parte da CCP.

A manifestação iniciou-se cerca das 18:30 no Marquês de Pombal e inclui elementos da PSP, GNR, SEF, ASAE, Polícia Marítima e guarda prisional.

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Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.