Número de passageiros do metro está a crescer há um ano

Tendência verifica-se em Lisboa, Porto e sul do Tejo

O número de passageiros dos metropolitanos de Lisboa, Porto e Sul do Tejo está a crescer há um ano, tendo entre abril e junho registado um aumento de 10% para os 57,6 milhões, de acordo com o INE.

Segundo a atividade dos transportes do Instituto Nacional de Estatísticas, pelo quarto trimestre consecutivo, houve aumento de passageiros em todos os sistemas de metropolitano.

Entre abril e junho, os metropolitanos de Lisboa, Porto e Sul do Tejo transportaram 57,6 milhões de passageiros, o que constitui um aumento de 10,1% face ao mesmo período do ano anterior e de 4,9% em relação ao primeiro trimestre do ano.

Segundo o INE, todos os meses do trimestre evidenciaram evoluções significativamente positivas, realçando-se o forte aumento de passageiros no mês de maio (+13,9%).

Entre os sistemas de metropolitano, Lisboa foi o que registou o maior aumento de passageiros no segundo trimestre, com um crescimento homólogo de 14%, correspondendo a um total de 39,4 milhões de passageiros transportados.

Com o transporte de 15,2 milhões de passageiros, o metro do Porto registou um aumento de 1,8% e no metro Sul do Tejo viajaram três milhões de passageiros, traduzindo um acréscimo de 5,7% em relação ao segundo trimestre de 2015.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Anselmo Borges

Islamofobia e cristianofobia

1. Não há dúvida de que a visita do Papa Francisco aos Emirados Árabes Unidos de 3 a 5 deste mês constituiu uma visita para a história, como aqui procurei mostrar na semana passada. O próprio Francisco caracterizou a sua viagem como "uma nova página no diálogo entre cristianismo e islão". É preciso ler e estudar o "Documento sobre a fraternidade humana", então assinado por ele e pelo grande imã de Al-Azhar. Também foi a primeira vez que um Papa celebrou missa para 150 mil cristãos na Península Arábica, berço do islão, num espaço público.

Premium

Adriano Moreira

Uma ameaça à cidadania

A conquista ocidental, que com ela procurou ocidentalizar o mundo em que agora crescem os emergentes que parecem desenhar-lhe o outono, do modelo democrático-liberal, no qual a cidadania implica o dever de votar, escolhendo entre propostas claras a que lhe parece mais adequada para servir o interesse comum, nacional e internacional, tem sofrido fragilidades que vão para além da reforma do sistema porque vão no sentido de o substituir. Não há muitas décadas, a última foi a da lembrança que deixou rasto na Segunda Guerra Mundial, pelo que a ameaça regressa a várias latitudes.