Novos subscritores da ADSE com período de carência de 90 dias

Proposta consta do projeto de decreto-lei que regula os benefícios da ADSE

Os novos subscritores da ADSE terão um período de carência de 90 dias, segundo a proposta que consta do projeto de decreto-lei que regula os benefícios deste subsistema de saúde apresentado na semana passada aos membros do Conselho Geral e de Supervisão já nomeados, avança hoje o Público.

Apesar de este Conselho só começar a funcionar em pleno após a eleição dos quatro representantes dos beneficiários, em setembro, pode começar já a debater o regime de benefícios. Atualmente, o acesso aos serviços é imediato; na proposta do projeto-lei admite-se a possibilidade de um período de carência.

Além disso, diz o mesmo jornal, a inscrição também muda: deixa de ser automática e passa a depender de acordo entre entidades.

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Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

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João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.