Nevoeiro em Lisboa cancela e desvia voos

Cidade está sob forte nevoeiro desde a madrugada

Dois voos foram hoje de manhã cancelados no aeroporto Humberto Delgado e cinco divergiram para os aeroportos de Faro e Porto, devido ao nevoeiro na cidade Lisboa, adiantou à agência Lusa o porta-voz da ANA.

De acordo com Rui Oliveira, dois voos provenientes de Madrid (Espanha) para Lisboa e de Lisboa para Madrid, previstos para hoje de manhã, foram cancelados devido ao nevoeiro.

"Cinco voos divergiram hoje de manhã para os aeroportos de Faro e Sá Carneiro, no Porto, também devido ao nevoeiro em Lisboa", disse.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, apresentando-se muito nublado até meio da manhã, vento em geral fraco do quadrante leste, tornando-se moderado nas terras altas a partir da tarde.

A previsão aponta ainda para neblina ou nevoeiro, dissipando gradualmente durante a manhã ou início da tarde, formação de gelo ou geada em alguns locais do interior Norte e Centro e pequena descida de temperatura.

No que diz respeito às temperaturas, em Lisboa vão oscilar entre 11 e 15 graus, no Porto entre 10 entre 17 graus, em Vila Real entre 04 e 10, em Viseu entre 05 e 13, Bragança entre 01 e 09, na Guarda entre 01 e 08, em Coimbra entre 08 e 16, em Castelo Branco entre 07 e 14, em Santarém entre 08 e 16, em Évora entre 06 e 16, em Beja entre 07 e16 e Faro entre 10 e 19.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

A "taxa Robles" e a desqualificação do debate político

A proposta de criação de uma taxa sobre especulação imobiliária, anunciada pelo Bloco de Esquerda (BE) a 9 de setembro, animou os jornais, televisões e redes sociais durante vários dias. Agora que as atenções já se viraram para outras polémicas, vale a pena revistar o debate público sobre a "taxa Robles" e constatar o que ela nos diz sobre a desqualificação da disputa partidária em Portugal nos dias que correm.

Premium

Rosália Amorim

Crédito: teremos aprendido a lição?

Crédito para a habitação, crédito para o carro, crédito para as obras, crédito para as férias, crédito para tudo... Foi assim a vida de muitos portugueses antes da crise, a contrair crédito sobre crédito. Particulares e também os bancos (que facilitaram demais) ficaram com culpas no cartório. A pergunta que vale a pena fazer hoje é se, depois da crise e da intervenção da troika, a realidade terá mudado assim tanto? Parece que não. Hoje não é só o Estado que está sobre-endividado, mas são também os privados, quer as empresas quer os particulares.