Calor: sete distritos em 'aviso laranja' entre domingo e segunda-feira

IPMA subiu nível de alerta devido ao tempo quente

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) subiu o nível de alerta para domingo e segunda-feira e sete distritos estão já com 'aviso laranja' a partir das 09:00 de domingo, revelou o instituto em comunicado.

Numa escala de quatro níveis, verde, amarelo, laranja e o vermelho, Bragança, Viseu, Guarda, Vila Real, Castelo Branco, Portalegre e Braga estão, nesses dois dias, sob 'aviso laranja', devido à situação meteorológica passar a ser considerada de risco moderado a elevado, em vez do 'aviso amarelo' de hoje que significa existir uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O tempo quente é grande responsável pelos avisos do IPMA no continente, enquanto na Madeira, além das altas temperaturas, a velocidade do vento justifica também os avisos amarelos de hoje.

Esta madrugada, o IPMA tinha colocado, e até segunda-feira, 15 distritos do continente em "aviso amarelo" (Bragança, Viseu, Évora, Guarda, Faro, Vila Real, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria, Beja, Castelo Branco, Coimbra, Portalegre e Braga) e outros quatro na Madeira, uma previsão que se mantém no arquipélago, mas no continente foi alterada para sete distritos a partir de domingo.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

OE 2019 e "o último orçamento que acabei de apresentar"

"Menos défice, mais poupança, menos dívida", foi assim que Mário Centeno, ministro das Finanças, anunciou o Orçamento do Estado para 2019. Em jeito de slogan, destacou os temas que mais votos poderão dar ao governo nas eleições legislativas, que vão decorrer no próximo ano. Não é todos os anos que uma conferência de imprensa no Ministério das Finanças, por ocasião do orçamento da nação, começa logo pelos temas do emprego ou dos incentivos ao regresso dos emigrantes. São assuntos que mexem com as vidas das famílias e são temas em que o executivo tem cartas para deitar na mesa.

Premium

João Gobern

Há pessoas estranhas. E depois há David Lynch

Ganha-se balanço para o livro - Espaço para Sonhar, coassinado por David Lynch e Kristine McKenna, ed. Elsinore - em nome das melhores recordações, como Blue Velvet (Veludo Azul) ou Mulholland Drive, como essa singular série de TV, com princípio e sempre sem fim, que é Twin Peaks. Ou até em função de "objetos" estranhos e ainda à procura de descodificação definitiva, como Eraserhead ou Inland Empire, manifestos da peculiaridade do cineasta e criador biografado. Um dos primeiros elogios que ganha corpo é de que este longo percurso, dividido entre o relato clássico construído sobretudo a partir de entrevistas a terceiros próximos e envolvidos, por um lado, e as memórias do próprio David Lynch, por outro, nunca se torna pesado, fastidioso ou redundante - algo que merece ser sublinhado se pensarmos que se trata de um volume de 700 páginas, que acompanha o "visado" desde a infância até aos dias de hoje.