GNR apreende seis milhões de cigarros em Estremoz

Apreensão ocorreu na sequência de uma operação de fiscalização rodoviária

A GNR apreendeu hoje seis milhões de cigarros que eram transportados num camião na A6, em Estremoz, no distrito de Évora, revelou a força de segurança.

Segundo um comunicado do Comando Territorial de Évora da GNR, a apreensão foi efetuada por militares do Destacamento de Trânsito de Évora, na sequência de uma operação de fiscalização rodoviária na A6, no sentido Marateca-Caia.

O comunicado refere que "um pesado de mercadorias foi detetado a fazer o transporte de seis milhões de cigarros sem estampilha fiscal, num valor estimado de venda de 1,3 milhões de euros".

O condutor, um homem de 40 anos, foi detido e vai ser presente hoje a tribunal.

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'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?