Câmara da Lourinhã com serviços encerrados na sequência de um incêndio

Incêndio na sala de servidores provocou danos na rede informática. PJ investiga

Um incêndio na sala de servidores da Câmara da Lourinhã provocou hoje danos na rede informática que impedem a abertura dos serviços nos Paços do Concelho, informaram os bombeiros e o município.

Pouco antes das 07:00, as funcionárias da limpeza deram o alerta aos bombeiros para um incêndio naquela divisão, disse o segundo comandante da corporação da Lourinhã, Vítor Mourato, à agência Lusa.

Chegados ao local, os bombeiros conseguiram confinar o fogo à sala.

O vice-presidente da câmara, Fernando Oliveira, afirmou à Lusa que, "tendo os servidores sido afetados, não há rede informática, da qual dependem vários serviços, motivo pelo qual estes estão afetados".

Contudo, esclareceu, nenhuma informação guardada nos servidores ficou perdida, dada a existência de cópias de segurança.

O município está, ainda assim, a avaliar melhor os estragos e a preparar um plano de contingência para adaptar procedimentos, logo que existam condições para reabrir os serviços.

As causas do incêndio deverão ser investigadas pela Polícia Judiciária, que é aguardada no local para efetuar peritagens.

Segundo o autarca, ainda não existe qualquer previsão para reabrir os serviços.

No local, estiveram três veículos de combate a incêndio e 10 homens dos Bombeiros da Lourinhã.

Ler mais

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

Diário de Notícias

A ditadura em Espanha

A manchete deste dia 19 de setembro de 1923 fazia-se de notícias do país vizinho: a ditadura em Espanha. "Primo de Rivera propõe-se governar três meses", noticiava o DN, acrescentando que, "findo esse prazo, verá se a opinião pública o anima a organizar ministério constitucional". Explicava este jornal então que "o partido conservador condena o movimento e protesta contra as acusações que lhe são feitas pelo ditador".