Menos infetados e menos internados em dia com 5 mortos

O boletim da DGS indica que há menos 2 pessoas com covid-19 internadas, sendo agora, no total, 455. Foram registados, em 24 horas, 677 novos casos e 5 mortos em Portugal

Portugal registou nas últimas 24 horas 677 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS). O relatório deste domingo, 19 de setembro, indica que morreram mais 5 pessoas devido à doença.

No que diz respeito à situação nos hospitais portugueses, o número de internamentos continua a descer. Há agora 455 pessoas com covid-19 hospitalizadas, o que corresponde a menos 2 internados face ao dia anterior.

Já em relação aos cuidados intensivos há 86 doentes nestas unidades, menos 4 que ontem.

Portugal aproxima-se cada vez mais da zona verde na matriz de risco. A incidência não sofreu alterações nas últimas 48 horas ficou em 173,6 a nível nacional e 177,9 no continente.

O mesmo se passou com nível de transmissibilidade R(t) que continua em 0,83 a nível Nacional e de 0,82 no continente.

A região com maior número de novos casos é Lisboa e Vale do Tejo, com mais 228 e 3 mortos nas últimas 24 horas.

Itália. Obrigatoriedade certificado Covid aumenta a vacinação

O agendamento para a vacina contra a covid-19 aumentou esta semana em Itália, depois do Governo estender a todos os funcionários a obrigação de apresentar o certificado de saúde.

Segundo a agência France-Presse, as autoridades exigem um teste negativo, o comprovativo de vacinação ou de cura.

"Ao nível nacional, registou-se um aumento generalizado no agendamento para a primeira dose da vacina contra a covid-19, subindo de 20% para 40% em relação à semana passada", disse o general Francesco Figliuolo, comissário extraordinário responsável pela campanha de vacinação, num comunicado de imprensa, no sábado à noite.

No sábado, as marcações para a primeira dose aumentaram 35% em relação ao sábado anterior, acrescentou, sem especificar o número exato de agendamentos.

Quase 41 milhões de pessoas em Itália já receberam as duas doses da vacina, de acordo com dados do Governo, e quase 76% da população com mais de 12 anos está imunizada.

No entanto, as autoridades estão preocupadas com os últimos resistentes, tendo em conta a aproximação da temporada de gripe, pelo que decidiram estender esta semana o "Passe Verde", nome do certificado de saúde em Itália, a todos os locais de trabalho, públicos e privados.

Lançado em agosto para museus, eventos desportivos e refeições em restaurantes, o passe verde inclui um certificado de vacinação, prova de recuperação após contrair covid-19 ou um teste negativo.

Esta semana, o primeiro-ministro, Mario Draghi, anunciou a extensão do documento, a partir de 15 de outubro, a todos os locais de trabalho, com uma suspensão, sem remuneração, para os funcionários que recusem cumprir.

Os dispensados, por motivos de saúde, terão direito a exames gratuitos.

Itália, o primeiro país europeu a ser afetado pela pandemia, pagou um preço alto com mais de 130.000 mortos.

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