Brasil com mais 910 mortos e 37 mil novos casos

Acompanhe aqui as principais notícias sobre a pandemia.

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© EPA/José Jácome

Brasil regista mais 910 mortos e 37 mil novos casos

O Brasil registou 910 mortos e 37.582 novos casos de contágio por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o 'site' oficial das autoridades de saúde do país, onde a estirpe delta tem vindo a progredir.

De acordo com a atualização diária oficial da situação pandémica, o Brasil regista um acumulado de 556.370 mortos e 19,9 milhões de casos confirmados até hoje, com 18,6 milhões de pessoas recuperadas da doença.

Com uma população de mais de 210 milhões de habitantes, o sudeste do país tem sido o mais fustigado pela doença, com cerca de 260 mil óbitos acumulados, na maioria em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Embora os números mostrem que a pandemia está lentamente a perder força no país, o Governo brasileiro divulgou dados que mostram uma progressiva ascensão da variante delta, mais infecciosa do que as outras mutações do vírus SARS-CoV-2, causador da covid-19.

Reino Unido regista 71 mortes e mais 26 mil infetados nas últimas 24 horas

O Reino Unido registou 71 mortes associadas à covid-19 nas últimas 24 horas e um total de 26.144 novos casos, segundo o 'site' oficial das autoridades de saúde britânicas com a atualização da situação pandémica.

De acordo com os dados mais recentes sobre a pandemia no país, nos últimos sete dias houve 192.251 pessoas com teste positivo à covid-19, sinalizando uma diminuição de 33% no número de casos, comparando com os sete dias anteriores.

Relativamente ao número de mortos, nos últimos sete dias registou-se um total de 488 mortes, revelando um aumento de 9,2% comparando com a semana anterior.

As autoridades de saúde reportaram 5.916 doentes internados em hospitais na quinta-feira e 869 deles estavam dependentes de ventilação.

Entre 20 e 26 de julho, 6.341 pessoas foram hospitalizadas com a doença, num aumento de 18,9% comparando com os sete dias anteriores, indica ainda o 'site'.

Na sexta-feira, o Reino Unido tinha 38,1 milhões de pessoas com a vacinação completa e 46,8 milhões com a primeira dose.

A 19 deste mês, Inglaterra levantou a maioria das restrições à pandemia, incluindo as regras de uso obrigatório de máscaras, apesar de várias semanas de infeções crescentes causadas pela variante Delta.

No entanto, as autoridades alertaram que o impacto do fim das restrições ainda não foi sentido nos números.

Lusa

Estiveram mais de 200 mil manifestantes nas ruas em França contra passe sanitário

Mais de 200.000 pessoas marcharam hoje, em França, incluindo mais de 14.000 em Paris, pelo terceiro fim de semana consecutivo contra o passe sanitário, uma mobilização crescente, de acordo com dados do Ministério do Interior.

Às 18:00 locais (19:00 em Lisboa), os serviços do Ministério do Interior identificaram 204.090 manifestantes, incluindo cerca de 14.250 em Paris, para um total de 184 ações. No último sábado, essas manifestações reuniram um total de 161.000 pessoas, incluindo 11.000 em Paris.

Segundo um primeiro relatório enviado pelo Ministério do Interior, "ocorreram 19 detenções, incluindo 10 em Paris" e "três membros das forças de segurança ficaram feridos" na capital francesa.

Lusa

Pressão hospitalar em França aumenta com 91 internamentos em 24 horas

A pressão hospitalar causada pela covid-19 continua a crescer em França, onde, nas últimas 24 horas, foram internadas mais 91 pessoas, das quais 24 nos cuidados intensivos, anunciaram hoje as autoridades sanitárias daquele país.

Segundo os dados oficiais, França contabiliza hoje 1.099 doentes hospitalizados nos cuidados intensivos, enquanto 43 morreram devido à infeção do coronavírus Sars-Cov-2 desde sexta-feira.

Os hospitais registam, no total, 7.409 doentes de covid-19, acrescentaram as autoridades, sublinhando que a maioria dos pacientes que estão internados não está vacinada.

A situação é particularmente tensa nas províncias francesas não continentais, onde o nível de vacinação é mais baixo.

Em Martinica, foi adotado um novo confinamento da população para conter a curva ascendente de contágios, ao mesmo tempo que começam a ser transferidos doentes para a metrópole em aviões médicos, e noutras ilhas das Caraíbas foi imposto o recolhimento obrigatório.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.202.179 mortos em todo o mundo, entre mais de 196,5 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse, divulgado na sexta-feira.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

Lusa

Itália regista 6.513 novos casos e 16 mortes nas últimas 24 horas

Itália registou 6.513 novos casos de covid-19 e 16 mortes nas últimas 24 horas, enquanto a taxa de testes positivos entre todos os exames realizados foi de 2,4%, anunciou hoje o Ministério da Saúde.

Com este balanço diário, o número total de casos acumulados de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 em Itália desde o início da pandemia de covid-19, em fevereiro de 2020, sobe para 4.350.028 e o número de óbitos para 128.063.

Nas últimas 24 horas, receberam alta hospitalar 2.170 doentes e há 214 pessoas internadas em cuidados intensivos, mais 13 do que o balanço de sexta-feira entre internamentos e altas hospitalares, enquanto o número de doentes internados noutros departamentos dos hospitais e com sintomas é de 1.851, o que corresponde a um aumento de 39 pessoas, segundo os dados hoje apresentados pelo Ministério da Saúde.

Itália já administrou 68.280.456 vacinas contra a covid-19 e 32.265.237 pessoas estão imunizadas após terem concluído a vacinação completa, que representa 59,74% da população acima dos 12 anos.

Em Itália só prevalece a obrigatoriedade do uso de máscara em espaços fechados, mas a partir de 05 de agosto será obrigatória a apresentação do certificado de vacinação contra a covid-19 para sentar à mesa no interior de um bar ou restaurante, entre outros locais de entretenimento.

O Governo está a estudar também outras medidas de contenção contra o vírus como, por exemplo, estabelecer a vacinação obrigatória para os professores para o próximo ano letivo, o que deverá ser decidido antes de setembro.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.202.179 mortos em todo o mundo, entre mais de 196,5 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse, divulgado na sexta-feira.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

Lusa

Fernando Gomes espera que público na Supertaça seja retoma da normalidade

Fernando Gomes espera que o futebol, com o regresso do público hoje aos estádios com a realização da Supertaça, 'diga' presente na retoma da normalidade possível e seja um dos motores da recuperação económica nacional.

"Diremos presente na retoma da normalidade possível e na recuperação económica nacional, que terá de ter no futebol um dos seus motores mais visíveis", escreveu o presidente da FPF numa mensagem publicada no 'site' da Federação no dia em que se disputa a Supertaça entre o Sporting e o Sporting de Braga, a qual assinala o regresso dos adeptos aos estádios após ano e meio de bancadas vazias.

Para o presidente da FPF, trata-se de "um passo natural, só possível pela adesão dos portugueses ao processo de vacinação e ao trabalho de longos meses de médicos, enfermeiros e restante pessoal hospitalar do serviço nacional de saúde e de todas as unidades privadas que o apoiaram".

Fernando Gomes faz votos de que a percentagem de espetadores agora autorizada (33 por cento), "seja sempre utilizada na totalidade, num trabalho exigente de reconquista do público para jogos ao vivo".

O Sporting e o Sporting de Braga disputam hoje a Supertaça Cândido Oliveira no estádio Municipal de Aveiro, que terá 33 por cento da sua capacidade ocupada por espetadores, a partir das 20:45.

Lusa

Discotecas podem reabrir no domingo com regras da restauração, diz associação

A Associação Discotecas Nacional (ADN) disse hoje, após esclarecimento do Governo, que as discotecas com código de Classificação das Atividades Económicas (CAE) de bar podem reabrir no domingo e funcionar até às 02:00 sujeitos às regras da restauração.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da ADN, José Gouveia, afirmou que teve "um telefonema informal" com o secretário de Estado do Comércio, João Torres, em que o governante prestou "alguns esclarecimentos", nomeadamente que a exceção de os bares poderem funcionar a partir de domingo, 01 de agosto, cumprindo com as regras da restauração, também se aplica a discotecas com CAE de bar.

A Lusa contactou o gabinete do ministro da Economia que indicou que "a alínea a) do artigo 12.º da resolução do Conselho de Ministros n.º 101-A/2021, de 30 de junho, estatui que se encontram encerrados ou suspensos as discotecas, os bares e os salões de dança ou de festa ou outros locais ou instalações semelhantes".

"Por sua vez, o artigo 17.º da mesma resolução determina que apenas os bares ou outros estabelecimentos de bebidas sem espetáculo podem, excecionalmente, funcionar com sujeição às regras estabelecidas para a restauração e similares, desde que observem as regras e orientações da DGS [Direção-Geral da Saúde] e que os espaços destinados a dança ou similares não sejam utilizados para esse efeito, devendo permanecer inutilizáveis ou, em alternativa, ser ocupados com mesas destinadas aos clientes", adiantou a tutela.

O gabinete do ministro da Economia não confirma, categoricamente, que as discotecas podem reabrir com as regras da restauração, mas com o CAE de bar é possível que o façam.

"Um estabelecimento que é considerado como discoteca tendo o CAE de bar, à imagem daquilo que os bares podem fazer, neste momento, que é estar abertos até às duas da manhã, com regras da restauração, sendo que estas regras da restauração não é obrigatoriedade de servir comida, mas sim têm a ver com distanciamento entre mesas, o número limitado de pessoas por mesa ou a exigência de certificado digital à porta durante o período de fim de semana, portanto estas regras da restauração aplicadas aos bares permitem também a discotecas com CAE de bar que o façam", declarou o presidente da ADN.

Lusa

Vacina espanhola chumbada para ser testada em humanos

A Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários (AEMPS) não autorizou a vacina espanhola MVA-COVID-19(S) a passar à fase seguinte de ensaios, desenvolvida pelo Centro Nacional de Biotecnologia juntamente com a Biofabri, e por isso não vai passar à fase de ensaio em humanos. A notícia foi avançada este sábado pelo jornal El Mundo.

Esperava-se que a vacina desenvolvida em Espanha, baseada numa variante atenuada do vírus da varíola e que já tinha sido testada em animais, mostrando grande de eficácia, recebesse o visto de aprovação da AEMPS. Mas esta entidade chumbou o fármaco.

Na base da recusa da AEMPS em dar o OK para a vacina ser testada em humanos está no facto de esta entidade achar que não foram dadas garantias suficientes para garantir que a vacina é segura em voluntários humanos. As dúvidas surgiram depois de nos ensaios com animais, um dos macacos inoculados ter morrido na sequência de lesões pulmonares.

"Temos que atrasar o início do ensaio clínico, ainda sem data prevista", reagiu este sábado o hospital madrileno La Paz.

Mulheres grávidas na Inglaterra encorajadas a serem vacinadas

A chefe das parteiras na Inglaterra pediu às suas colegas para encorajarem as mulheres grávidas, muito pouco vacinadas, a receberem a vacina, após um estudo da Universidade de Oxford mostrar o agravamento dos sintomas face à variante Delta.

"A vacina covid-19 pode mantê-la a si, ao seu bebé e aos seus entes queridos seguros e fora do hospital", sublinhou Jacqueline Dunkley-Bent, uma vez que a proporção de mulheres grávidas vacinadas é muito baixa.

Numa carta aberta enviada esta sexta-feira às suas irmãs e às mulheres em causa, "apelou às grávidas a tomarem medidas para se protegerem a si e aos seus bebés", sublinhando que "a vacina salva vidas".

O apelo chega depois de, na semana passada, um estudo "preocupante" da Universidade de Oxford, mostrar que 99% das mulheres grávidas admitidas no hospital com o vírus não foram vacinadas e uma em cada 10 mulheres hospitalizadas requer cuidados intensivos.

"É uma notícia muito boa que tão poucas mulheres grávidas vacinadas tenham sido admitidas no hospital com covid-19", disse a chefe do estudo, a professora Marian Knight, que também considerou "muito perturbador notar que as admissões hospitalares de mulheres grávidas devido à covid- 19 estão a aumentar e que parecem ser afetadas mais gravemente pela variante Delta" do vírus que provoca a doença.

Segundo Marian Knight, 200 grávidas deram entrada no hospital com o novo coronavírus, só na última semana.

No total, desde o início da pandemia e até 11 de julho, 3.371 gestantes deram entrada no hospital com sintomas da doença. A gravidade da sua condição foi acentuada com a variante Delta, detalha o estudo, que ainda não foi analisado pelos seus pares.

Lusa

Madeira começa hoje a vacinar jovens a partir dos 12 anos

A Madeira começa hoje a vacinar contra a covid-19 jovens a partir dos 12 anos, numa altura em que mais de metade da população adulta residente no arquipélago já está inoculada com a segunda dose.

Na terça-feira, o secretário regional da Saúde, Pedro Ramos, anunciou que a região iria começar a vacinar a partir de hoje jovens com idades entre os 12 e os 17 anos, "usando as vacinas que são recomendadas pela Agência Europeia do Medicamento, que são a Johnson e a Pfizer".

O governante explicou na ocasião que a vacina da Johnson será administrada "a partir dos 18 anos para os indivíduos do sexo masculino", enquanto com a Pfizer serão inoculados os "jovens entre os 12 e 17 anos".

"Não será preciso fazer agendamento", devendo as pessoas deslocar-se ao Centro de Vacinação do Funchal, localizado no Madeira Tecnopolo, salientou o responsável da Saúde madeirense.

Pedro Ramos argumentou que, embora a "vacinação seja facultativa, portanto não obrigatória", constitui "um ato de cidadania quando temos problemas de saúde pública e queremos controlar no que diz respeito a esta pandemia que tem afetado a todos".

Também reforçou que a imunidade de grupo na região deve ser atingida no "final de setembro ou primeira quinzena de outubro", porque os valores já não são de 70% da população vacinada, mas "85 ou 90% para também controlar o aparecimento de novas variantes" do covid-19.

No mesmo dia, fonte do Governo Regional esclareceu que a região segue as diretivas da Agência Europeia do Medicamento e tem autonomia para antecipar a vacinação dos jovens com mais de 12 anos, mesmo sem o parecer da Direção-Geral da Saúde.

"A Madeira segue as recomendações da Agência Europeia do Medicamento e tem como grande objetivo acelerar a vacinação nesta Região Autónoma para maior proteção da população", afirmou fonte do gabinete do secretário da Saúde.

"A Madeira tem autonomia e as especificidades regionais podem determinar outras orientações" nesta área, referiu.

Lusa

Terceira maior cidade australiana inicia confinamento de três dias

A terceira maior cidade da Austrália, Brisbane, vai iniciar hoje um confinamento rigoroso de três dias para tentar conter um surto da variante delta da covid-19, anunciaram as autoridades.

"A única forma de vencer a variante delta é agir depressa, ser rápido e ser forte", disse Steven Miles, vice-primeiro-ministro do estado de Queensland, cuja capital é Brisbane, na costa leste do país.

Pelo menos sete casos de covid-10, ligados à variante delta, foram detetados em Queensland, mas as autoridades ainda não conseguiram localizar a origem do surto, indicou Miles.

Além de Brisbane, algumas partes do estado também vão ser confinadas, afetando milhões de pessoas, que só poderão sair de casa para fins essenciais, como comprar alimentos e exercício físico.

Esta decisão surgiu quando Sydney, a maior cidade do país, com cinco milhões de habitantes, entrou na quinta semana de confinamento.

"Não podemos dar-nos ao luxo de ser complacentes só porque nos temos saído tão bem até agora. Todos devemos cumprir estas restrições", advertiu Steven Miles.

Lusa