Cauã Reymond: "Se for convidado para trabalhar em Portugal não penso duas vezes"

De regresso aos ecrãs nacionais na série O Caçador, exibida na Globo Premium, o ator brasileiro revela à Notícias TV vontade de voltar a terras lusas e fala sobre as ousadas cenas que protagoniza com a colega Cléo Pires.

Quase um ano após o final de Avenida Brasil, na SIC, Cauã Reymond está de volta à televisão portuguesa, agora no canal Globo Premium, como protagonista da série O Caçador, na qual dá vida a uma personagem polémica.

Na história, o ator interpreta André, um ex-agente da polícia que é preso injustamente e que na cadeia se reinventa. Ao sair em liberdade vai fazer de tudo para se vingar. "A personagem tem uma curva dramática complexa, é traída pelo próprio pai e desenvolve, na prisão, uma frieza muito grande em relação às pessoas que o cercam", começa por revelar Cauã Reymond à Notícias TV.

Ao longo da trama, que é exibida todas as sextas-feiras no Globo Premium, o ator vai viver um romance com a personagem de Cléo Pires, Kátia. E os momentos tórridos entre os dois não vão faltar. "Nem eu nem a Cléo temos vergonha ou pudores das cenas de nudez, muito pelo contrário, levamos com humor, por isso as filmagens acontecem de forma supertranquila", confidencia o ator.

Entusiasmado com este produto, Cauã Reymond reconhece, no entanto, que na rua ainda lhe falam "bastante" do Jorginho de Avenida Brasil, e o sucesso da personagem foi para lá do país do samba. "Avenida Brasil está a fazer muito sucesso atualmente em vários países. Sinto esse retorno do público, principalmente nos países da América Latina. Estive em Buenos Aires e fiquei muito feliz com o carinho das pessoas. Lá, eu sou o Jorgito", conta, entre risos.

Após a trama de João Emanuel Carneiro, o ator não voltou a fazer novelas, mas explica que tal se deveu a uma decisão da estação brasileira. "Fui convidado para duas séries (O Caçador e AmoresRoubados) quando estava a fazer AvenidaBrasil e aceitei na hora por serem muito interessantes, mas não foi algo planeado para me afastar das novelas. Eu nunca tinha feito séries ou minisséries e este também foi um dos motivos que me levaram a mergulhar nos projetos. A emissora tem investido cada vez mais em produtos diferenciados, mais curtos, feitos de forma quase artesanal, como no cinema. E está a ser um privilégio fazer parte disso", admite.

Para o futuro, prepara dois filmes e não esconde a vontade de voltar a terras lusas. "Tenho um carinho muito especial por Portugal e adorei conhecer o País. Tenho muita vontade de voltar. Não tenho planos ainda, mas se me convidarem para trabalhar aí, e for possível conciliar com os meus projetos no Brasil, não vou pensar duas vezes", remata, bem disposto.

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