Videovigilância por instalar na maior parte do País

No Bairro Alto, Lisboa, as 27 câmaras instaladas há mais de meio ano não funcionam. No Porto deixou de haver mas pode voltar. Fátima tem o único sistema ativo e com êxito

Dois anos depois da entrada em vigor da lei que agilizou a autorização dos sistemas de videovigilância, há 12 locais de norte a sul do País que continuam à espera de ter câmaras operacionais, todos eles na esfera das autarquias e com a competência de instalação da PSP. O sistema no Santuário de Fátima, monitorizado pela GNR, é a grande exceção pois está ativo desde 2009 com bons resultados na diminuição da criminalidade, segundo dados facultados ao DN pela Guarda.

Segundo o Relatório Anual de Segurança Interna, os processos ainda estão a decorrer na Baixa de Aveiro; Centro Histórico de Coimbra (em renovação); cidade de Faro; cidade de Portimão (a aguardar resposta da câmara); cidade de Leiria; cidade de Setúbal (a aguardar proposta da câmara); Centro Histórico de Ponte de Lima (a aguardar proposta da autarquia); cidade de Tomar; Bairro Alto, Lisboa (a aguardar operacionalização); Amadora (a aguardar ficar ativo); zona histórica do Porto (temporariamente desativado) e centro histórico de Gaia (a decorrer). No caso do Bairro Alto, em Lisboa, mais de meio ano depois de as 27 câmaras terem sido instaladas, num investimento de quase 300 mil euros, o sistema ainda não está ativo. O DN pediu um esclarecimento ao gabinete do vereador da Segurança na Câmara de Lisboa, Carlos Manuel Castro, mas não teve resposta.

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