Viana quer que Governo pague financiamentos em atraso

O presidente da Câmara de Viana do Castelo anunciou esta quarta-feira ter pedido ao Governo que alivie os "graves problemas financeiros" de várias instituições particulares de solidariedade social.

O presidente da Câmara de Viana do Castelo anunciou esta quarta-feira ter pedido ao Governo que alivie os "graves problemas financeiros" de várias instituições particulares de solidariedade social (IPSS) do concelho, resolvendo atrasos no pagamento de verbas atribuídas.

"As principais preocupações e problemas das IPSS do concelho de Viana do Castelo e que estão a criar graves dificuldades ao seu funcionamento prendem-se com o atraso no pagamento do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) ao Centro Paroquial de Promoção Social e Cultural de Darque e ao Centro Social e Paroquial de Deão", afirmou o socialista José Maria Costa na carta que enviou ao ministro da Solidariedade e Segurança Social.

No documento enviado a Pedro Mota Soares (foto), o autarca explicou que existem ainda várias instituições das freguesias de Areosa, Carreço, Lanheses e Vila Nova de Anha que se debatem "com graves dificuldades financeiras porque as valências de lar que estão em fase de conclusão ou já concluídas ainda não têm financiamento".

Na carta enviada ao governante José Maria Costa lembrou "os contactos e ofícios já enviados no passado" e apelou ao "empenho" de Pedro Mota Soares na resolução daqueles "problemas", para que aquelas IPSS "possam continuar a prestar o melhor serviço e dar as respostas sociais essenciais à população do concelho".

A situação da Associação de Paralisia Cerebral de Viana do Castelo (APCVC) e da Fundação AMA- Associação dos Amigos do Autismo de Viana do Castelo que "aguardam há 3 anos pelo financiamento que lhes permita construir as suas infraestruturas de apoio" são outros dos casos apontados pelo autarca da capital do Alto Minho.

José Maria Costa sublinhou que a autarquia já cedeu o terreno para a construção daqueles equipamentos, considerando ser "urgente" o seu enquadramento "num programa de apoio que financie a construção daquelas valências que darão uma resposta social muito mais eficaz no concelho".

A comparticipação financeira para concluir as obras da Casa dos Rapazes, a nova casa abrigo do Gabinete de Atendimento à Família (GAF) são, entre outros, os processos que o autarca quer ver atendidos.

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