Utentes terão de renovar dados para ter médico de família

A Administração Central dos Sistemas de Saúde está a trabalhar uma proposta para que os doentes possam decidir se querem ou não ter médico de família e dar, assim, oportunidade a outros utentes.

O Conselho Estratégico para os Cuidados Primários propôs ao Ministério da Saúde que os utentes sejam obrigados a actualizar os seus dados de um a cinco anos.

A proposta prevê que a actualização dos dados seja anual em crianças até dois anos e idosos acima dos 75 anos; dos 15 aos 64 anos, os dados terão de ser actualizados de cinco em cinco anos.

A utentes do Serviço Nacional de Saúde que não têm acesso a médico de família poderão, assim, beneficiar dos lugares deixados vagos por imigrantes ou pessoas que abdicaram de médico de família - que se estima representarem 5 a 10% da população nacional.

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