Serviços Prisionais negam esfaqueamento de recluso

A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) negou que o ferimento provocado hoje num recluso do Estabelecimento Prisional de Sintra tenha resultado de um esfaqueamento e esclareceu que o mesmo se deveu a um desacato entre dois detidos.

Durante a tarde, a agência Lusa noticiou que, segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Lisboa, um recluso do Estabelecimento Prisional de Sintra ficou gravemente ferido, ao ser esfaqueado na sequência de uma discussão com outro preso.

Segundo a mesma fonte, os bombeiros foram alertados às 11:38 para socorrerem, naquela cadeia, um detido "com ferimentos provocados numa briga entre reclusos".

Um recluso "com ferimentos graves foi transportado para o Hospital de São Francisco Xavier", em Lisboa, acrescentou a mesma fonte do CDOS.

Em resposta escrita ao DN, as relações públicas da DGRSP informaram que se verificou "uma situação, súbita, de desacato entre dois reclusos que foi prontamente solucionada pelos elementos do corpo da guarda prisional presentes".

Do desacato, acrescentou a nota escrita da DGRSP, "resultou um pequeno ferimento no couro cabeludo de um dos reclusos intervenientes". A entidade negou assim que o ferimento se tenha devido a um esfaqueamento, como fora inicialmente noticiado.

Os serviços prisionais contrariam em parte da informação do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Lisboa, segundo a qual um recluso sofreu "ferimentos graves" na sequência de uma "agressão com arma branca" durante uma briga entre detidos.

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