Rixa entre jovens provoca um morto e dois feridos no Cacém

Uma rixa entre quatro jovens no Cacém, no concelho de Sintra, provocou hoje um morto e dois feridos, um dos quais em estado grave, informou fonte do Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (PSP).

O rapaz morto foi atingido por uma arma branca, desconhecendo a PSP qual dos outros três jovens, um dos quais do sexo feminino, foi o autor do homicídio, disse à agência Lusa a mesma fonte.

A desordem ocorreu pouco depois das 20:00, na rua D. Maria II, e um dos jovens envolvidos acabou por morrer dentro de um café das imediações.

Quando a PSP chegou ao local, o jovem já tinha morrido.

Os outros dois jovens, que se encaminharam para o Centro de Saúde do Olival, foram transportados pelos bombeiros para unidades hospitalares, um para o Hospital de Santa Maria e outro para o Hospital Fernando da Fonseca.

Segundo fonte dos Bombeiros Voluntários do Cacém, um dos feridos apresenta ferimentos com gravidade.

Fonte da PSP do Cacém disse à Lusa que a Polícia Judiciária já está esta noite no local a conduzir a investigação e que os dois jovens feridos que foram transportados para os hospitais "são suspeitos do homicídio".

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Henrique Burnay

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Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.