GNR apreende 2217 parafusos furtados de ramal ferroviário

Mais de 2.200 parafusos furtados do ramal ferroviário entre Cantanhede e Figueira da Foz foram hoje apreendidos numa busca domiciliária em Montemor-o-Velho, revelou fonte da GNR de Coimbra.

Os 2.217 parafusos de grandes dimensões (designados por 'trifon') foram aprendidos numa busca efectuada durante a manhã num acampamento em Vila Franca, Arazede, numa operação que envolveu 12 militares do Destacamento da GNR de Montemor-o-Velho.

De acordo com a fonte da GNR de Coimbra, foi identificado um suspeito, um homem de 38 anos residente naquele acampamento, que já tinha sido detido em Fevereiro como presumível autor do furto de 775 peças daquele ramal desactivado.

Nessa altura, o indivíduo ficara sujeito a apresentações diárias às autoridades.

A busca inseriu-se num processo relativo a vários crimes de furto de material afecto à propriedade da Refer, adiantou a GNR.

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"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

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João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.