Escola abre com mais 4 auxiliares depois de protestos

A escola EB1 nº 34 da Alta de Lisboa abre hoje com mais quatro funcionárias, adiantou a presidente da Associação de Pais, que organizou na segunda-feira um "cordão humano" de pais e alunos, exigindo a colocação de mais auxiliares.

Irene Pinto, presidente da Associação de Pais, disse à Lusa que "hoje estão [a trabalhar] as duas funcionárias que vieram da baixa" e que "vêm mais duas pessoas de outra escola do Agrupamento", pelo que, adiantou, "a escola vai abrir".

A Associação de Pais tinha dito na segunda-feira que voltariam hoje a protestar à porta da escola, se a situação não ficasse resolvida.

Contas feitas, os 350 alunos da escola EB1 nº 34 da Alta de Lisboa vão passar a ser acompanhados por seis auxiliares no 1º ciclo, três funcionárias no jardim de infância (uma com horário parcial) e duas na sala de multi deficiência (uma a meio tempo), segundo Irene Pinto.

"A coisa está a compor-se", reconhece a presidente da Associação de Pais, que não fica completamente "satisfeita" com os reforços do pessoal auxiliar, uma vez que "há outros contratos de inserção a acabar". Irene Pinto garante que a Associação de Pais vai "continuar a pressão para eles irem repondo as pessoas".

Cerca de 60 pais e crianças concentraram-se na segunda-feira frente à Escola EB1 nº 34 da Alta de Lisboa, fechando o edifício simbolicamente com sacos pretos, para exigir a colocação de mais funcionários no estabelecimento.

A presidente do Agrupamento Escolar a que pertence esta escola da Alta de Lisboa, Maria Alexandre Tavares, garantiu segunda-feira que o estabelecimento escolar tem o número de auxiliares mínimo exigido por lei, mas que, como é frequente o recurso de algumas funcionárias à baixa médica, o número de funcionários disponíveis torna-se insuficiente.

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