Corte de 50% para tratamentos

Os casais portugueses com problemas de fertilidade foram apanhados de surpresa com o recente anúncio de cortes nos tratamentos de procriação medicamente assistida (PMA). Além do caso da Maternidade Alfredo da Costa, o BE denunciou a existência de cortes de 50% nas verbas atribuídas pelas Administrações Regionais de Saúde aos hospitais.

Apesar de a unidade referir que não está a fazer cortes, uma pergunta remetida ao Ministério da Saúde pelo BE identifica o caso do Centro Hospitalar do Porto. A Administração Central dos Sistemas de Saúde previa um financiamento de mais de um milhão de euros em 2010, mas, numa adenda ao acordo, reduz para metade o valor atribuído.

No caso da Maternidade Alfredo da Costa, vários doentes deixaram de ter direito a um tratamentos de segunda linha (microinjecção e fertilização in vitro), depois da norma saída em Agosto. A Associação Portuguesa de Fertilidade e os doentes admitem estar revoltados com a situação e garantem que vão pedir explicações ao Ministério da Saúde.

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