Sócrates elogia carácter histórico da reunião

Portugal acolheu uma cimeira histórica da NATO e da qual Lisboa sai convicta de que irá manter um comando naval no seu território

O primeiro-ministro qualificou como histórica a cimeira de dois dias da NATO que terminou hoje em Lisboa e donde Portugal sai convicto de que manterá um "comando marítimo" da Aliança em Oeiras. 

Falando no final da cimeira, José Sócrates realçou a importância do papel desempenhado pelos países europeus e que se saldou na conclusão de um novo Conceito Estratégico, no início da fase de transição na guerra do Afeganistão (entre 2011 e 2014) e, por fim, numa "relação nova com a Rússia" e centrada na cooperação.

Sobre o futuro do quartel-general aliado de Oeiras, José Sócrates lembrou que "o número de comandos será muito reduzido". Se, com a reforma, aí ficar "localizado um comando marítimo", isso será "uma notícia boa", frisou o chefe do Governo português.

"A vocação do nosso país" esteve sempre ligada a um "comando marítimo. Se for instalado em Portugal, (...) isso será muito positivo"" para a própria NATO, adiantou José Sócrates.  

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