Sete dos dez suspeitos de burla ao SNS ficam presos

Sete dos dez suspeitos de terem burlado o Serviço Nacional de Saúde com a venda falsa de medicamentos vão ficar em prisão preventiva e domiciliária. Os restantes três saíram em liberdade, mas com apresentações obrigatórias.

As medidas de coação foram conhecidas hoje durante a tarde, depois de três dias de interrogatório feitos pelo juiz Carlos Alexandre. Quatro dos arguidos ficam em prisão preventiva, três em prisão domiciliária, entre a médica Márcia Araújo Peres que terá de usar pulseira eletrónica, e os restantes com apresentações obrigatórias.

As medidas aplicadas respondem ao pedido feito pelo Ministério Público, que queria ver aplicadas aos suspeitos as opções mais graves.

Em causa está uma suspeita de fraude que pode ter lesado o Estado em 50 milhões de euros, com recurso a um esquema de falsa venda de medicamentos que voltavam a entrar no mercado nacional ou vendidos para outros países, mas que entretanto eram comparticipados pelo SNS quase na totalidade

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