Sequestradores furtaram três viaturas e uma motorizada em Portugal

Os elementos suspeitos de terem sequestrado um médico de Arcos de Valdevez, que estão a ser procurados na Galiza, furtaram antes, também em Portugal, mais três automóveis e uma motorizada, disse à Lusa fonte policial.

Durante o dia de quinta-feira foram furtados em Paredes de Coura por estes suspeitos, segundo fonte da GNR, duas viaturas da marca Renault e do mesmo modelo (Clio) e uma motorizada.

Ainda antes do sequestro do médico, que envolveu também a fuga com a viatura de gama alta em que este se fazia transportar - à porta de um supermercado em Arcos de Valdevez pelas 21:00 de quinta-feira -, a GNR registou o furto de um outro veículo, de marca Fiat, neste caso em Valença.

Esta última viatura seria abandonada no parque de estacionamento onde abordaram o médico, obrigando-o a entrar na sua viatura, de marca Mercedes e na qual fugiram em direção a Espanha, permanecendo com paradeiro desconhecido.

Entretanto, foi recuperada pela GNR, em Paredes de Coura, uma das viaturas de

marca Renault e a motorizada, que tinham furtado na quinta-feira.

Segundo as autoridades policiais portuguesas, no momento da abordagem ao médico em Arcos de Valdevez - que permanecerá sequestrado por este grupo -, estariam três suspeitos no local, dois espanhóis e um português.

Nas operações que se realizam desde a madrugada na Galiza, junto à fronteira de Valença, as autoridades policiais daquele país têm referido, divulgando mesmo as fotografias dos suspeitos, dois homens espanhóis, armados, com cadastro e considerados "muito perigosos".

Fonte da GNR confirmou entretanto à Lusa que foi recuperada em Valença, na quarta-feira, uma motorizada utilizada por estes espanhóis num dos dois assaltos que terão levado a cabo, nos últimos dias, em diferentes postos de abastecimento de localidades galegas junto à fronteira com Portugal.

A Guardia Civil está à procura dos dois suspeitos espanhóis e da viatura do médico português, mantendo operações de controlo na estrada e na fronteira.

Familiares do médico português, com mais de 60 anos e que reside em Arcos de Valdevez, estão junto à fronteira a colaborar com as investigações, que envolvem ainda a Polícia Judiciária portuguesa.

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