Segundo roubo de armas nos comandos

? "Estive envolvido numa situação semelhante ainda os comandos estavam na Amadora", recorda Alcino Roque que durante 16 anos foi subdirector da Polícia Judiciária Militar. "Na altura foram roubadas várias G3. Conseguimos recuperar as armas sem trancar os militares no quartel", diz o antigo investigador. "Numa situação destas deve isolar-se a área e procurar vestígios. Há sempre alguma coisa. Todo o pessoal que tem acesso ao local tem de explicar muito bem o que fez nos últimos dias", explica. O major-general Rodolfo Begonha, antigo director da PJM, defende que com comandos a investigação pode ser mais fácil: "Têm um perfil frontal e reconhecem que um ladrão não faz parte do seu grupo.".