Rendeiro e dois ex-gestores do BPP acusados de burla

O Ministério Público encerrou a investigação e proferiu um despacho relativo a um dos processos do caso Banco Privado Português.

Neste inquérito, que começou há três anos (Fevereiro de 2010) foi deduzida acusação contra João Rendeiro, Fezas Vital e António Guichard, os três ex-administradores do banco, pelo crime de burla qualificada em co-autoria.

Os três ex-administradores arriscam-se a uma pena de prisão que pode ir até aos oito anos, caso o prejuízo patrimonial seja elevado.

Segundo a Procuradoria-geral Distrital de Lisboa, neste caso os prejuízos, para cerca de uma centena de ofendidos, até agora contabilizados, aproximam-se dos 41 milhões de euros. Os factos objecto deste processo relacionam-se com uma operação de aumento de capital, realizada no veículo de investimento "Privado Financeiras", em 2008.

A investigação foi realizada pelo Ministério Público na 9.ª Secção do DIAP de Lisboa, dirigida pela procuradora Teresa Almeida.

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