Portugueses consomem em média 2,7 medicamentos por mês

No Dia Mundial da Saúde, a DECO faz o retrato do consumo de medicamentos em Portugal

Vinte e cinco euros é o custo médio dos cerca de 2,7 medicamentos que os portugueses tomam mensalmente, de acordo com um inquérito da DECO PROTESTE, em que participaram cerca de duas mil pessoas.

Dos quatro países inquiridos, Portugal é o que mais gasta por mês em medicamentos. Seguem-se Itália e Bélgica (20 euros), e Espanha (10 euros).

O mesmo estudo conclui que cerca de 6 em cada 10 consumidores portugueses preferem medicamentos genéricos.

Os analgésicos (94%) são o fármaco mais presente no armário dos medicamentos no nosso país. Seguem-se os anti-histamínicos (36%), os antidiarreicos e antieméticos (32%), e os ansiolíticos e hipnóticos (30%), que estão cada vez mais presentes.

A DECO PROTESTE destaca, ainda, a qualidade e a clareza da informação prestada aos consumidores, nomeadamente através dos folhetos informativos dos medicamentos. Se é certo que 65% dos consumidores afirmam que os consultam com frequência, este número está a diminuir progressivamente.

Para inverter este declínio, a defesa do consumidor considera fundamental tornar o folheto mais claro e mais adequado ao nível de literacia dos consumidores.

Exclusivos

Premium

EUA

Elizabeth Warren tem um plano

Donald Trump continua com níveis baixos de aprovação nacional, mas capacidade muito elevada de manter a fidelidade republicana. A oportunidade para travar a reeleição do mais bizarro presidente que a história recente da América revelou existe: entre 55% e 60% dos eleitores garantem que Trump não merece segundo mandato. A chave está em saber se os democratas vão ser capazes de mobilizar para as urnas essa maioria anti-Trump que, para já, é só virtual. Em tempos normais, o centrismo experiente de Joe Biden seria a escolha mais avisada. Mas os EUA não vivem tempos normais. Kennedy apontou para a Lua e alimentava o "sonho americano". Obama oferecia a garantia de que ainda era possível acreditar nisso (yes we can). Elizabeth Warren pode não ter ambições tão inspiradoras - mas tem um plano. E esse plano da senadora corajosa e frontal do Massachusetts pode mesmo ser a maior ameaça a Donald Trump.