Polícias, escolas e hospitais sem material de trabalho

Esquadras que têm de pedir a outras para imprimir documentos e centros de saúde sem pensos são exemplos de falhas que afectam sobretudo os cidadãos.

Já há esquadras do Porto onde é preciso chamar o carro-patrulha para ir a outra esquadra imprimir ou fotocopiar documentos, devido à falta de toners e papel nas impressoras. A denúncia é do presidente do sindicato da PSP, Paulo Rodrigues, e vem juntar-se a uma série de outras que mostram como os cortes estão a afectar o dia-a-dia dos serviço públicos. "Cortes cegos", argumenta. Que afectam, consequentemente, a eficácia e os serviços prestados aos cidadãos, alerta o fiscalista Tiago Caiado Guerreiro. "Sem uma restruturação e perante a necessidade cortar, vamos assistir à degradação dos serviços." Piores hospitais, piores escolas, piores polícias...

Leia mais pormenores no e-paper do DN.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG