Parque Escolar diz não haver condições para mais de 20 empreitadas por ano

A Parque Escolar (PE) defende que deve receber meios para tarefas de manutenção e conservação das escolas, quando for revisto o contrato-programa, e avisa que num futuro próximo não haverá capacidade para mais de 20 empreitadas por ano.

"Quanto à gestão da operação das escolas intervencionadas, a PE deverá reforçar a sua atividade de monitorização dos consumos energéticos e fomentar uma gestão em tempo real dos sistemas", lê-se no relatório a que os media tiveram acesso, elaborado pela nova administração.

A administração da Parque Escolar que assumiu funções em março subscreve muitas das recomendações formuladas pela Inspeção-Geral de Finanças e pelo Tribunal de Contas.

Face à atual conjuntura económica, defende um investimento mais moderado nos próximos anos, passando a lançar 20 empreitadas de construção por ano: "Mesmo que se consiga reduzir o investimento/escola a valores médios na ordem de 10 milhões de euros, tal volume de negócio corresponderá a 200 milhões de novos compromissos a serem assumidos anualmente, como despesa de investimento".

Tendo em conta que o prazo médio de uma empreitada é de 18 meses, a PE deverá ter anualmente cerca de 50 empreitadas ativas.

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