Pais de jovens do Meco lamentam silêncio da PGR

Os pais dos seis jovens que morreram levados por uma onda na Praia do Meco, em dezembro, manifestaram-se este domingo contra o silêncio das autoridades envolvidas na investigação.

Seis meses depois da tragédia, os pais mantiveram-se em silêncio seis minutos, em homenagem às vítimas mortais - um por cada um dos jovens - à porta da Procuradoria-Geral da República, em Lisboa.

"Não percebemos porque nada nos é dito sobre o processo", desabafa a mãe de Ana Catarina Soares, Fernanda Cristóvão, criticando o segredo de Justiça em que ainda se encontra o processo.

Por isso, os pais pedem que a Justiça não se esqueça do seus filhos e afirmam assertivamente que o incidentes resultou de um ritual de praxe e, por isso, a investigação do Ministério Público "não pode ser arquivada".

Admitem ainda o seu desagrado com a "frieza e distanciamento" da Universidade Lusófona, que os seis estudantes frequentavam e ainda o "silêncio" do único sobrevivente, João Gouveia.

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