O Professor do Ano chama-se Juan Nolasco

Orgulho no que fazem. Este foi o sentimento que transpareceu, ontem à noite, nos discursos de todos os oito professores que venceram a edição mensal da Iniciativa DN Professor do Ano, que ontem chegou ao fim com uma gala no Hotel D. Pedro, em Lisboa.

Juan Nolasco, dos Açores, foi o grande vencedor e também o único a não poder estar presente, por estar na Suíça em formação. Mas teve oportunidade, via Skype, de partilhar com os colegas de profissão um prémio que, defendeu "qualquer um dos professores do mês teria sido merecedor" de receber.

João Fontes, presidente do consselho executivo da EBS de Santa Maria, Açores, representou Nolasco na cerimónia. E fez questão de explicar que, por trás da humildade do discurso, está alguém cujo mérito merece mesmo ser destacado. Falou dos projetos e viagens de alunos que este professor financiou do próprio bolso. Das ofertas tentadoras de trabalho fora da escola que deixou passar por amor à profissão. E resumiu: "Estamos a falar de uma pessoa que se desprende até dos seus bens materiais em benefício dos alunos".

Para os restantes vencedores mensais, foi quase unânime o reconhecimento da importância dos seus pares nos sucessos alcançados. "Sozinha, não teria alcançado nada", disse Rita Santos, de Mafra. "Na nossa escola há muitos professores do mês e do ano", acrescentou João Miranda, dos Açores.

Mas João Marcelino, diretor do DN, lembrou os professores que eles estão de parabéns também por terem aceitado ser nomeados. Por "terem tido a humildade de sair da zona de conforto e aceitar servir de exemplo". Mesmo que, como disse a abrir Joaquim Oliveira, presidente do conselho de administração do grupo Controlinveste, escolher os melhoresentre os melhores é "uma tarefa sempre ingrata e quase impossível".

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