Novo governo sem direito a 'estado de graça'

Sindicatos, ordens e associações admitem, no entanto, que a contestação ao novo Governo não chegue ao nível da Grécia.

"Afirmo solenemente por minha honra que cumprirei com lealdade as funções que me são confiadas." Hoje, ao meio-dia, Pedro Passos Coelho dirá estas palavras perante o Presidente da República. O juramento, previsto expressamente na Constituição, dar-lhe-á posse como primeiro-ministro. Mas tudo indica que a este Governo e a este primeiro-ministro não serão dadas outras praxes da democracia - nem a de um tempo para estudar a fundo os dossiês, tão-pouco um "estado de graça" que lhe permita respirar.

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