Vítimas eram de Alijó, Armamar e Cabeceiras de Basto

Os três trabalhadores da Barragem de Foz Tua que hoje morreram na sequência de um aluimento de terras tinham entre 35 e 50 anos e eram naturais de Alijó, Armamar e Cabeceiras de Basto, disse à Lusa fonte do CDOS de Vila Real.

O acidente, que ocorreu na zona onde está a ser construído o paredão da barragem, é o segundo em menos de seis meses em Foz Tua, depois de em 30 de agosto três outros operários terem ficado feridos na sequência da queda da plataforma de uma grua.

Segundo fonte da GNR citada então pela Lusa, este primeiro acidente envolveu três trabalhadores, com idades compreendidas entre os 39 e 48 anos, da empresa Mota-Engil Engenharia.

O gabinete de comunicação da EDP - Energias de Portugal, S.A. explicou que o acidente decorreu na boca de entrada da derivação provisória e numa altura em que os operários se encontravam no interior do cesto do multifunções (plataforma elevatória). A plataforma capotou, por razões ainda desconhecidas, tendo arrastado na queda os trabalhadores.

Tal como hoje, foi na ocasião ativado o plano de emergência, em conformidade com o acordado com as entidades externas de socorro.

A construção da Barragem de Foz Tua é uma das oito frentes de obra que a EDP tem em curso atualmente no país, envolvendo, no total, mais de nove milhões de horas de trabalho por ano.

O administrador da EDP António Ferreira da Costa sublinhou à Lusa a preocupação da empresa com as medidas de segurança e frisou que o índice de acidentes nas suas frentes de obra é dos mais baixos do país.

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