Feridos à facada durante rixa junto a oficina

Uma rixa no bairro de S. Sebastião, em Bragança, resultou ontem, ao final da tarde, em três feridos, um deles em estado grave. A discussão e as agressões envolveram armas brancas.

Os confrontos ocorreram junto a uma oficina e, de acordo com o que noticia esta manhã a Rádio Brigantina, terão tido origem em problemas entre vizinhos ou entre clientes e fornecedores. Quando os bombeiros chegaram ao local, dois dos homens apresentavam feridas incisivas, provocadas por armas brancas. Um terceiro foi esfaqueado na zona do abdómen e inspirava mais cuidados.

Os três, com idades entre os 35 e os 60 anos, foram assistidos no local e depois transportados para o hospital de Bragançá, onde a vítima em estado mais grave foi operada.

O agressor da vítima mais grave, com cerca de 60 anos, foi detido pela PSP depois de assistido no hospital aos ferimentos que apresentava numa mão e na cabeça. Durante a rixa o homem foi agredido com um pau.

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Pode a clubite tramar um hacker?

O hacker português é provavelmente uma história à portuguesa. Rapaz esperto, licenciado em História e especialista em informática, provavelmente coca-bichinhos, tudo indica, toupeira da internet, fã de futebol, terá descoberto que todos os estes interesses davam uma mistura explosiva, quando combinados. Pôs-se a investigar sites, e-mails de fundos de jogadores, de jogadores, de clubes de jogadores, de agentes de jogadores e de muitas entidades ligadas a esse estranho e grande mundo do futebol.

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"Orrrderrr!", começou a campanha europeia

Através do YouTube, faz grande sucesso entre nós um florilégio de gritos de John Bercow - vocês sabem, o speaker do Parlamento britânico. O grito dele é só um, em crescendo, "order, orrderr, ORRRDERRR!", e essa palavra quer dizer o que parece. Aquele "ordem!" proclamada pelo presidente da Câmara dos Comuns demonstra a falta de autoridade de toda a gente vulgar que hoje se senta no Parlamento que iniciou a democracia na velha Europa. Ora, se o grito de Bercow diz muito mais do que parece, o nosso interesse por ele, através do YouTube, diz mais de nós do que de Bercow. E, acreditem, tudo isto tem que ver com a nossa vida, até com a vidinha, e com o mundo em que vivemos.

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Maria Antónia de Almeida Santos

Ser ou não ser, eis a questão

De facto, desde o famoso "to be, or not to be" de Shakespeare que não se assistia a tão intenso dilema britânico. A confirmação do desacordo do Brexit e o chumbo da moção de censura a May agudizaram a imprevisibilidade do modo como o Reino Unido acordará desse mesmo desacordo. Uma das causas do Brexit terá sido certamente a corrente nacionalista, de base populista, com a qual a Europa em geral se debate. Mas não é a única causa. Como deverá a restante Europa reagir? Em primeiro lugar, com calma e serenidade. Em seguida, com muita atenção, pois invariavelmente o único ganho do erro resulta do que aprendemos com o mesmo. Imperativo é também que aprendamos a aprender em conjunto.