Alunos de arqueologia em protesto por falta de verbas

Em causa está o traso nos apoios ao funcionamento dos cursos dado pelo Programa Operacional de Potencial Humano.

Os alunos da Escola Profissional de Arqueologia (EPA) manifestam-se hoje no Marco de Canaveses em protesto contra os atrasos no pagamento de subsídios que está a afectar o funcionamento desta escola única no País.

De acordo com os alunos, os professores estão sem receber subsídios desde Setembro de 2008 e os estudantes não recebem desde Janeiro. Em causa está a transferência para a escola de verbas do Programa Operacional de Potencial Humano (POPH) que concentra 8,8 mil milhões de euros de investimento públicos, dos quais 6,1 mil milhões são comparticipados pelo Fundo Social Europeu. Em 2008, a EPA recebeu o apoio de cerca de um milhão de euros para cursos profissionais.

Muitos dos alunos dependem do subsídios para frequentar o curso. A EPA, uma instituição pública criada em 1990 pelos ministérios da Educação e Cultura, é a única do País nesta área e situa-se junto à Estação Arqueológica do Freixo, arredores de Marco de Canaveses, na antiga cidade romana de Tongobriga, uma das últimas construídas no território que actualmente é Portugal.

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