No Banco Alimentar sobra ajuda

Recolher massa, arroz, feijão, latas de atum ou pacotes de leite, separá-los e arrumá-los num armazém. Ou distribuir um saco de plástico à porta de um supermercado a cada pessoa que passa, apelando à sua generosidade.

Duas vezes por ano, e durante um fim-de-semana, milhares de voluntários juntam-se à Federação Portuguesa de Bancos Alimentares contra a Fome para ajudarem a recolher bens alimentares para distribuir por quem mais necessita.

Apesar de ser uma megaoperação, e de mobilizar muitos voluntários em quase todos as grandes superfícies comerciais do País, o Banco Alimentar não tem falta de voluntários. Muito pelo contrário, sublinha ao DN a sua presidente, Isabel Jonett. "Temos cada vez mais pessoas a quererem ajudar, tanto nas campanhas que fazemos duas vezes por ano como diariamente, no armazém."

As campanhas envolvem cada vez mais gente, porque os bancos têm crescido e há mais supermercados a juntarem-se à recolha.

- R. C.

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