Negócios imobiliários e viagens de Sócrates ainda estão a ser investigados

O procurador Rosário Teixeira considera que eventuais entrevistas do ex-primeiro-ministro a órgãos de comunicação social poderão condicionar irreparavelmente depoimentos de testemunhas.

Não é que o procurador Rosário Teixeira esteja preocupado com a "imagem pública" da investigação ao caso de José Sócrates, mas as eventuais entrevistas do ex-primeiro ministro a órgãos de comunicação social , onde este daria a sua versão dos factos, vão condicionar de forma irreparável os depoimentos de pessoas que serão chamadas como testemunhas ao processo. Este foi um dos argumentos apresentados pelo procurador Rosário Teixeira, e subscrito pelo juiz Carlos Alexandre, para se opor a eventuais entrevistas concedidas por José Sócrates a partir da prisão de Évora.

De acordo com informações recolhidas pelo DN, na resposta que enviou à Direcção Geral dos Serviços Prisionais (DGSP), o juiz de instrução subscreveu na íntegra a posição do procurador, que foi chamado a dar um parecer sobre os pedidos de entrevista (no caso dos presos preventivos,por lei, compete à DGSP decidir, depois de ouvir o tribunal que decretou a medida).

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