Ministério ainda sem solução para resolver concurso

Serviços do Ministério da Educação e Ciência estiveram a trabalhar durante o fim-de-semana para reconfigurar ordenação dos professores contratados, mas ainda "não há uma solução" para o problema.

O secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, voltou a sublinhar que "ninguém que tenha sido colocado será prejudicado".

O governante falou aos jornalistas no fim da sessão de abertura do ano letivo no Conselho Nacional de Educação para dizer que ainda não "há uma solução" para resolver o erro de escalas que influenciou a ordenação dos professores no concurso para as escolas TEIP (Território Educativo de Intervenção Prioritária) e com autonomia e através do qual já foram colocados mais de mil docentes.

"A Direção Geral da Administração Escolar esteve todo o fim de semana a trabalhar no sentido de apresentar a solução para reconfigurar as listas. Vamos ter informação detalhada, mas ainda não tenho nenhuma informação sobre a solução", disse João Casanova de Almeida, garantindo que este problema "está a ser tratado com todo o cuidado".

O problema na ordenação dos profesores levou o ministro da Educação, Nuno Crato, a pedir desculpa no Parlamento, na quinta-feira passada, e o diretor geral da Administração Escolar a pedir a demissão. Em causa está a ponderação que era feita entre duas escalas para ordenar os professores. Uma (a da graduação profissional) estava numa escala de zero a 20 e outra (a da avaliação do currículo) de zero a 100.

Nunco Crato disse esta manhã que esperava que a situação estivesse resolvida "esta semana". Não adiantando quantos professores falta ainda colocar.

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