Metade dos médicos aderiram à greve

Cerca de metade dos médicos terão aderido à greve em todo o país, calcula a Federação Nacional dos Médicos, apesar de haver locais do País com percentagens de adesão superiores.

Pilar Vicente, dirigente da FNAM, disse ao DN que "com base nos contactos feitos em várias unidades, a adesão rondará os 50%, mas noutras poderá chegar aos 70% a 80%. Sabemos por exemplo que na margem sul a adesão é de superior a isso".

No Algarve, Évora, Portalegre, por exemplo, a "adesão terá sido bastante mais alta", conta, "mesmo nos centros de saúde como o de Beja".

A médica refere que os valores são mais baixos do que na anterior greve. "Era expectável, a greve anterior teve outra dimensão. Desta vez não aderiram os chefes de serviço, por exemplo, e houve alguns momentos de desinformação.

Num hospital houve até um chefe de serviço que disse aos médicos mais jovens que não podiam fazer greve porque não eram sindicalizados."

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